Principais Mitos na Gestação

Você descobriu a gestação e aos poucos percebeu que sabe muito pouco sobre tudo que está acontecendo. Também se deu conta de que esse não é um assunto discutido em casa, nem na escola e muito menos em encontros sociais. De repente, como num passe de mágica, até pessoas que você nunca conversou na vida têm uma dica pra te dar, ou alguma história trágica pra te contar, certo? 

Acredite, dezenas de mulheres chegam até nós cheias de dúvidas, preocupações e carregando uma bagagem de mitos recebidos de parentes, amigos e desconhecidos. Mitos que são perpetuados pela falta de informação, e em alguns casos por profissionais que se beneficiam deles. 

Você provavelmente tentou o nosso amigo “Dr. Google” e saiu mais confusa do que entrou. Costumamos dizer que o lado positivo do fácil acesso à informação é que você pode encontrar qualquer coisa, o lado negativo é que você pode encontrar qualquer coisa. Então aonde encontrar informação de qualidade? Se você chegou até aqui é porque já respondeu essa pergunta!!!

Podemos apostar que você já ouviu alguma história sobre um bebê que quase morreu (e nasceu roxo) asfixiado pelo cordão umbilical, ou que estava passando da hora, ou de uma mulher que precisou de uma cesárea porque não teve dilatação ou porque o bebê não ia passar. E se a gente te contar que, infelizmente, esses são grandes mitos perpetuados por aí? 

Hoje vamos começar explicando que….

Cordão umbilical enrolado no pescoço é normal?

O bebê não respira pelas vias aéreas dentro do útero. O cordão umbilical, que é conectado à placenta, é o responsável por trazer sangue com nutrientes e oxigênio. E sim, o cordão enrolado no pescoço ou em qualquer outra parte do corpo, continua exercendo sua função. Isso porque ele é protegido por um material gelatinoso (Geléia de Wharton) que impede que o sangue pare de circular.

Sabia que cerca de 30% dos bebês nascem com alguma circular de cordão? Ou seja, além de não ser um problema, não é impedimento para o bom andamento de uma parto normal.

Tudo bem ficar desconfiada, afinal são muiiiiitas histórias “comprovando” esses casos, por isso te convidamos a acompanhar nosso blog e entender porque não é bem assim.

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